O Protocolo PROFIBUS (Parte II)
Olá, como falei no artigo
anterior, vou começar a descrever cada uma das três tecnologias
disponíveis para o protocolo Profibus, começando pelo DP (Profibus DP).
Então, vamos lá!
De acordo com [1] a tecnologia DP foi
desenvolvida para realizar transmissão de dados em alta velocidade. Esta
vertente do protocolo atua no nível 2 da pirâmide de automação. Neste
nível atuam os PCs e CLPs responsáveis pelo controle dos equipamentos de
campo que estão localizados no nível 1. Cada controlador (mestre) pode
controlar até 126 escravos.
É daí que
surge a necessidade de se utilizar um protocolo que trabalhe com
velocidades altas. Se fosse o contrário o processo seria muito lento e
isto poderia prejudicar o bom andamento de um controle, onde algumas
aplicações exigem um tempo de resposta muitoooo baixo e a troca de
informações precisa ser, praticamente, em tempo real.
As regras desta tecnologia são ditadas pela norma EN50170 [4].
Existem disponíveis no mercado diversos
modelos de equipamentos mestres e escravos com a tecnologia DP. Como
visto na Parte I desta série, os equipamentos Mestres atuam sobre os
equipamentos Escravos. Os mestres DP controlam tanto escravos DP quanto
PA. Porém, neste último caso, a comunicação entre uma tecnologia e outra
(no caso DP e PA) é realizada através de um outro equipamento,
denominado Coupler. Este equipamento é responsável pela conversão do
sinal DP em sinal PA e, vice-versa. Sem este equipamento não é possível a
comunicação entre estas duas tecnologias.
Os Mestres podem ser definidos de duas
maneiras: Classe 1 e Classe 2. Os Mestres classe 1 são os controladores
que ficam responsáveis pelo controle dos escravos continuamente,
executando uma ordem definida de tarefas, que se repetem. Cada rede
possui um único mestre classe 1. Este mestre tem prioridade 1 com
relação à “dar ordens” para um escravo.
Já os Mestres classe 2 “entram em
contato” com os escravos quando o operador precisa fazer alguma
configuração secundária, algo que seja importante, mas que não interfira
na comunicação entre os escravos e o Mestre classe 1.
A troca de mensagens entre Mestres e
Escravos pode ser realizada de duas maneiras: cíclica e acíclicamente.
De acordo com [3] a troca de forma cíclica é dividida em três fases:
parametrização, configuração e transferência de dados. Durante as fases
de configuração e parametrização de um Escravo, sua configuração real é
comparada com a configuração projetada no Mestre classe 1. Somente se
corresponderem é que o Escravo passará para a fase de transmissão de
dados. Assim, todos os parâmetros de configuração, tais como tipo de
dispositivo, formato e comprimento de dados, número de entradas e
saídas, etc. devem corresponder à configuração real. Estes testes
proporcionam ao usuário uma proteção confiável contra erros de
parametrização. Além da transmissão de dados, que é executada
automaticamente pelo Mestre classe 1, uma nova parametrização pode ser
enviada a um Escravo sempre que necessário.
Na forma acíclica [3] é possível
transmitir comandos de leitura e escrita, bem como alarmes entre mestre e
escravos, independente da comunicação cíclica de dados. Isto permite,
por exemplo, a utilização de um Terminal de Engenharia (Mestre classe 2)
para a otimização dos parâmetros de um dispositivo (escravo) ou para se
obter o valor do status de um dispositivo, sem perturbar a operação do
sistema.
A utilização de protocolo de comunicação
em uma aplicação depende das necessidades da aplicação. Essas
necessidades devem ser comparadas com as características que o protocolo
oferece. A utilização do protocolo adequado faz com que o projeto seja
realizado de forma mais simples e com economias. Veja abaixo, alguns
exemplos de aplicações onde pode ser utilizado o protocolo Profibus DP:
- Controle de Motores Inteligente (CCM Inteligente): Usado para realizar a comunicação com uma rede de Inversores e Soft-Starters para acionamento de motores;
- Manter o controle antigo analógico (4-20mA) levado através de estações remotas, criando uma rede entre estas estações remotas;
- Como DP é uma rede rápida, pode ser aplicado em gateways DP/AS-I e DP/PA concentrando a informação de instrumentos de redes mais lentas;
- Energia (acionamento em subestações);
- Manufatura (montadoras de autos, fábricas em geral);
- Mineração (CCMs e remotas);
- Controle de processos rápido (por ex. caldeira a gás);
- Entre outras.
Cada aplicação da rede Profibus é
influenciada pela escolha do meio físico. Os requisitos gerais, como
alta confiabilidade de transmissão, grandes distâncias a serem cobertas e
alta velocidade de transmissão somam-se às exigências específicas de
cada área de automação do processo, como operação em áreas
classificadas, transmissão de dados e alimentação dos instrumentos
diretamente pelo barramento de dados, entre outras [4]. Devido a este
fato, não é possível usar um único meio físico em todo o processo. Sendo
assim foram desenvolvidos 3 tipos físicos que atendem às várias
particularidades do sistema. São eles: RS-485, IEC61158-2 e Fibra Ótica.
Segue abaixo uma descrição resumida de cada um destes meios de
transmissão:
- RS-485: para uso universal, em especial em sistemas de automação da manufatura;
- IEC61158-2 ou Manchester Bus Powered (MBP): para aplicações em sistemas de automação em controle e processos. Utilizado somente em rede PA;
- Fibra Ótica: para aplicações em sistemas que demandam grande imunidade à interferência e grandes distâncias [3].
Vou dividir a explicação detalhada
destes meios físicos em duas partes, começando pelo RS-485. No post da
próxima semana vou falar sobre as Fibras Óticas. O meio físico
IEC61158-2 é utilizado em PA, portanto será explicado em breve, no post
sobre redes PA.
RS-485
O RS-485 é o meio de transmissão mais
utilizado no Profibus DP, pois apresenta como características principais
altas taxas de transmissão e instalação simples e barata. Este meio
físico usa como transporte dos dados um cabo de par trançado e blindado e
permite que até 32 estações sejam conectadas ao barramento. Porém, o
uso de repetidores é permitido, o que permite que uma rede se estenda a
até 126 estações.
Os cabos usados nas instalações Profibus DP e recomendados pela norma EN 50170 [4], apresentam as seguintes características:
- Área do Condutor: maior que 0,34 mm²;
- Impedância: 135 a 165 Ohms;
- Capacitância: menor que 30 pF;
- Resistência Específica: 110 Ohms/km;
- Medida do Diâmetro do Cabo: 0,64 mm;
O comprimento máximo de cada lance de
cabo na rede varia de acordo com a velocidade de transmissão
especificada para a rede, devendo ser totalizado considerando eventuais
derivações. No caso do Profibus DP, essas derivações devem ser evitadas
para baudrate maior ou igual a 3 Mbps [4]. Segue na Tabela 1 os
comprimentos de segmento baseados nas respectivas velocidades de
transmissão e o máximo comprimento das derivações.
![Protocolo Profibus: Tabela 1 - Comprimento Máximo de Cabo por Segmento [9] Protocolo Profibus: Tabela 1 - Comprimento Máximo de Cabo por Segmento [9]](http://www.automacaoindustrial.info/wp-content/uploads/2012/06/protocolo_profibus_dp_Tabela1.jpg)
Tabela 1 – Comprimento Máximo de Cabo por Segmento [9]
É importante ressaltar também que os
cabos de comunicação da rede devem manter uma certa distância de fontes
que possam causar qualquer tipo de interferência no sinal. Além de
mantê-los separados, é aconselhável utilizar bandejamentos ou calhas
metálicas fechadas e aterradas, observando as distâncias conforme Tabela
2. 2. O ideal é utilizar canaletas de alumínio, onde se tem a blindagem
eletromagnética externa e interna. O cruzamento entre os cabos deve ser
feito em ângulo de 90º [5].
![Protocolo Profibus: Tabela 2 - Distâncias Mínimas de Separação entre Cabeamentos [5] Protocolo Profibus: Tabela 2 - Distâncias Mínimas de Separação entre Cabeamentos [5]](http://www.automacaoindustrial.info/wp-content/uploads/2012/06/protocolo_profibus_dp_Tabela2.jpg)
Tabela 2 – Distâncias Mínimas de Separação entre Cabeamentos [5]
De acordo com a [4], se um cabo par
trançado blindado é utilizado, a blindagem deverá ser aterrado em ambas
as terminações do cabo via conexões de baixa impedância. Isto é
necessário para se alcançar uma razoável blindagem eletromagnética. É
altamente recomendável que a conexão entre o cabo blindado e o terra
seja feito por uma canaleta metálica e parafusos de fixação metálicos do
conector.
O cabo é conectado aos equipamentos
através de conectores. Estes conectores são disponibilizados com algumas
variedades de classes de proteção e projetos mecânicos. A escolha do
melhor tipo de conector varia de acordo com a necessidade da instalação,
porém o mais recomendado pela norma é o conector Sub-D com 9 pinos. Os
pinos 3, 5, 6 e 8 são sempre utilizados. Os demais pinos são opcionais.
Estes conectores em geral apresentam grau de proteção IP20¹ [5]. A
Tabela 3 mostra a descrição dos pinos do conector Sub-D com 9 pinos e na
Figura 1 é mostrado um exemplo deste tipo de conector.
![Protocolo Profibus: Tabela 3 - Pinagem do Conector Sub-D com 9 Pinos [10] Protocolo Profibus: Tabela 3 - Pinagem do Conector Sub-D com 9 Pinos [10]](http://www.automacaoindustrial.info/wp-content/uploads/2012/06/protocolo_profibus_dp_Tabela3.jpg)
Tabela 3 – Pinagem do Conector Sub-D com 9 Pinos [10]

Figura 1 – Pinagem do Conector Sub-D com 9 Pinos
Em áreas onde se exige um grau de
proteção maior, são disponíveis os conectores do tipo M12 com 5 pinos,
que oferecem grau de proteção IP65/67² [5]. Veja na Figura 2 a descrição
dos pinos do conector M12.
NOTA:
- O grau de proteção (IP) é a proteção oferecida por um invólucro, contra a penetração de objetos sólidos (pó) e/ou penetração de água em partes perigosas do circuito eletrônico (CEI/IEC 60529, 2001). O primeiro dígito indica a proteção contra sólidos e o segundo a proteção contra líquidos. Neste caso, o dígito 2 indica que o invólucro do conector oferece proteção contra sólidos de diâmetro de até 50 mm e maior e o dígito 0 indica que ele não é protegido contra a entrada de água.
- No caso do grau de proteção IP65/67, o dígito 6 indica que o invólucro do conector é totalmente protegigo contra sólidos. Já os dígitos 5 e 7 representam proteção contra jatos de água e imersão contínua em água, respectivemente.
![Profibus DP: Figura 2 - Conector M12 com 5 Pinos [5] Profibus DP: Figura 2 - Conector M12 com 5 Pinos [5]](http://www.automacaoindustrial.info/wp-content/uploads/2012/06/protocolo_profibus_dp_2.jpg)
Figura 2 – Conector M12 com 5 Pinos [5]
Os conectores Sub-D com 9 Pinos
apresentam em sua estrutura os terminadores de barramento. Esses
terminadores são indispensáveis e é necessário que sejam habilitados
dois terminadores no barramento, um no início e outro no fim de cada
segmento. A terminação ativa na posição incorreta faz com que, tanto o
nível quanto a forma de onda sejam degradados.
A ausência de terminadores nas
extremidades do barramento pode causar erro na transferência de dados,
devido à reflexões no sinal que chega ao fim do barramento, fazendo com
que este sinal volte pela linha de dados e se sobreponha ao sinal que
está sendo enviado. Já o excesso de terminadores habilitados pode causar
intermitência nos dados transmitidos fazendo com que ocorram
interrupções na comunicação. Na Figura 3 são apresentados os detalhes de
uma conexão entre o cabo Profibus e um terminador e na Figura 4 é
mostrado um exemplo de uma rede Profibus utilizando-se repetidores e
terminadores.
![Profibus DP: Figura 3 - Exemplo de Cabo com Terminação [7] Profibus DP: Figura 3 - Exemplo de Cabo com Terminação [7]](http://www.automacaoindustrial.info/wp-content/uploads/2012/06/protocolo_profibus_dp_3.jpg)
Figura 3 – Exemplo de Cabo com Terminação [7]
![Profibus DP: Figura 4 - Exemplo de uma Rede com Terminadores de Barramento e Repetidores [6] Profibus DP: Figura 4 - Exemplo de uma Rede com Terminadores de Barramento e Repetidores [6]](http://www.automacaoindustrial.info/wp-content/uploads/2012/07/protocolo_profibus_dp_4.jpg)
Figura 4 – Exemplo de uma Rede com Terminadores de Barramento e Repetidores [6]
É importante ressaltar que a habilitação
dos terminadores varia de acordo com a topologia da rede. Analisando-se
a Figura 4, pode-se concluir que:
- Segmentos 1 e 2: estes segmentos possuem uma topologia do tipo Barramento. Neste caso, é necessário habilitar um terminador no início (no mestre) e um no final deste barramento (último escravo do segmento). O último escravo deve permanecer o tempo todo alimentado com no mínimo 9 V;
- Segmento 3: este segmento possui uma topologia do tipo Árvore. Neste caso, os terminadores devem estar localizados no primeiro escravo (o mais à esquerda do mestre) e no último (o mais distante).
Codificação dos dados
O RS-485 codifica dados utilizando a
técnica Non-return Zero (NRZ). Este tipo de codificação é a forma mais
comum e mais utilizada para se transmitir sinais digitais, já que ela
usa dois níveis de tensão diferentes para os dois dígitos binários,
ambos diferentes da tensão nula [8]. De acordo com a norma EN50170, este
método procura assegurar que as transmissões ocorram somente quando
sucessivos bits de dados possuam valores iguais. Um exemplo deste tipo
de codificação pode ser visualizado na Figura 5.
Os dados codificados em NRZ são
transmitidos por um cabo de par trançado. O bit “1” representa uma
tensão diferencial positiva constante entre os pinos 3 (RxD/TxD-P) e 8
(RxD/TxD-N) do conector e o bit “0” representa uma tensão diferencial
negativa constante. No RS-485 esses dados são transmitidos por dois
condutores, denominados A e B, que transmitem níveis de tensão iguais,
porém com polaridades opostas (VA e VB).
Por esta razão, é importante que a rede
seja ligada com a polaridade correta. Embora os sinais sejam opostos, um
não é o retorno do outro, ou seja, não existe um loop de corrente. Cada
sinal tem seu retorno pela terra ou por um terceiro condutor de
retorno, entretanto, o sinal deve ser lido pelo receptor de forma
diferencial sem referência a terra ou ao condutor de retorno.

Figura 5 – Codificação NRZ
Pode-se notar na Figura 6 que este sinal
trafega com fases invertidas nos condutores do cabo enquanto o ruído
trafega com mesma fase. Nos terminais de entrada do amplificador
diferencial, o sinal de comunicação chega em modo diferencial e o ruído
em modo comum, dá-se portanto a rejeição do ruído. Sendo assim, todo
ruído que for induzido no cabo, em geral de origem eletromagnética, será
em sua maioria rejeitado.
Linhas de transmissao diferenciais
utilizam como informação apenas a diferença de potencial existente entre
os dois condutores do par trançado, independente da diferença de
potencial que eles apresentam em relação ao referencial de tensão (comum
ou terra). Isto permite que múltiplos sistemas se comuniquem mesmo que
uma referência de potencial comum entre eles não seja estabelecida.
No entanto, os circuitos eletrônicos de
transmissão e recepção podem ser danificados se o par trançado
apresentar um potencial excessivamente elevado em relação ao referencial
(comum ou terra).

Figura 6 – Exemplo de um Sinal Diferencial com Ruído
Considerando este tipo de sinal, segue
um exemplo de um sinal típico na Figura 7. Tal figura apresenta em sua
parte superior a representação teórica da transmissão de um byte
Profibus diferencial enquanto que em sua parte inferior, é apresentado
um caractere real obtido a partir de um osciloscópio medido entre A e B.
O byte da representação teórica não corresponde ao byte da
representação real.

Figura 7 – Caracter Profibus DP
Nota-se através da Figura 7 que um
caractere da Camada Física Profibus DP possui 11 bits, sendo o primeiro
denominado como Start bit, os 8 seguintes como bits de dados, o décimo
como bit de paridade (par) e o décimo primeiro e último como Stop bit.
Cada sequência de informação é apresentada nesta forma, e a mensagem
como um todo é reconstituída no destino final.
É isso aí pessoal. Aqui se encerra a
explicação sobre o RS-485. Como falei anteriormente, darei continuação
ao tema dos meios físicos no próximo post, que tratará sobre as Fibras
Óticas.
Até mais!
Referência Bibliográfica:
[1] ALBUQUERQUE, P. U. B., ALEXANDRIA,
A. R. (2009). Redes Industriais – Aplicações em Sistemas Digitais de
Controle Distribuído. Ensino Profissional Editora.
[2] BERGE, J. (2002). Fieldbuses for Process Control: Engeneering, Operation and Maintenance. ISA – The Instrumentation, Systems and Automation Society, 2002.
[3] CASSIOLATO, C., PADOVAN, M. A., TORRES, L. H. B., OLIVEIRA, A. (2012). Descrição Técnica Profibus. http://www.profibus.org.br
[4] Normative Parts of Profibus FMS, DP and PA, according to the European Standard EN5170 Volume 2. Edition 1.0 (1998).
[5] Profibus Installation Guideline for Cabling and Assembly. Version 1.0.6. May 2006.
[6] Profibus Installation Guideline for Commissioning. Version 1.0.2. November 2006.
[7] Profibus Interconnection Technology Guideline. Version 1.4. January 2007. Order Nº. 2.142.
[8] STALLINGS, W. (1997). Data and Computer Communications. Prentice Hall, 1997.
[9] Technical Guideline Installation Guideline for Profibus-DP/FMS Version 1.0 September 1998.
[10] Test Specifications for Profibus DP Slaves Version 2.3 March 2004.
[2] BERGE, J. (2002). Fieldbuses for Process Control: Engeneering, Operation and Maintenance. ISA – The Instrumentation, Systems and Automation Society, 2002.
[3] CASSIOLATO, C., PADOVAN, M. A., TORRES, L. H. B., OLIVEIRA, A. (2012). Descrição Técnica Profibus. http://www.profibus.org.br
[4] Normative Parts of Profibus FMS, DP and PA, according to the European Standard EN5170 Volume 2. Edition 1.0 (1998).
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[9] Technical Guideline Installation Guideline for Profibus-DP/FMS Version 1.0 September 1998.
[10] Test Specifications for Profibus DP Slaves Version 2.3 March 2004.
[11] SOUZA, R. C. (2012). Diagnóstico de
Redes Profibus DP baseado em Redes Neurais Artificiais. 2012.
Dissertação de Mestrado em Engenharia Elétrica – Escola de Engenahria de
São Carlos, USP, São Carlos.
Este artigo é de minha autoria e foi publicado no blog Automação Industrial. O responsável pelo blog CLP Fácil, não entrou em contato conosco solicitando autorização para divulgação deste conteúdo. Por favor, remova.
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